Durante a sanção da reforma tributária, o presidente Lula classificou a aprovação como um milagre e argumentou que tal feito só seria viável em um regime autoritário, embora tenha celebrado a conquista em plena democracia com um Congresso plural. Em contrapartida, comentaristas criticaram duramente as declarações presidenciais, apontando contradições nas falas sobre ditadura e questionando os reais impactos econômicos da medida. Os críticos também ressaltaram que a nova legislação pode resultar em uma carga tributária elevada, ameaçando o setor de serviços e a geração de empregos no país. Além disso, o debate abordou a necessidade de o governo enfrentar desinformação, enquanto analistas lamentaram a falta de autocrítica da gestão federal diante de vozes dissidentes.
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